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Carta de Clarice para as irmãs, em 1957
Carta manuscrita por Clarice, em 1944
2007
Minhas queridas

Organizado pela biógrafa Teresa Montero, Minhas queridas traz a correspondência – 120 cartas inéditas – enviada por Clarice Lispector para suas “queridas” irmãs, Tania Kaufmann e Elisa Lispector, entre 1944 e 1959, período em que acompanhou seu marido, o diplomata Maury Gurgel Valente, em suas missões no exterior. Material precioso e fundamental, não só por cumprir seu papel de preservar a memória da literatura brasileira e, portanto, os pormenores e meandros da criação, como também – e sobretudo – por delinear os vinte anos iniciais de atividade literária de uma autora que fascina gerações e gerações de leitores.

“o que tem me perturbado intimamente é que as coisas do mundo chegaram para mim a um certo ponto em que eu tenho que saber como encará-las, quero dizer, a situação da guerra, a situação das pessoas, essas tragédias. Sempre encarei com revolta. Mas ao mesmo tempo sinto necessidade de fazer alguma coisa, sinto que não tenho meios. Você diria que eu tenho, através do meu trabalho. Eu tenho pensado muito nisso e não vejo caminho, quer dizer, um caminho verdadeiro.”

  

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